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Hollow Knight: Silksong Atinge 7 Milhões de Cópias e Anuncia Expansão Gratuita em 2026

✍ Por Lord Geek · 🎮 Jogos ·

⏰ 5 min de leitura

Vídeo: Hollow Knight: Silksong – Release Trailer (oficial) — via Team Cherry no YouTube

Quem acompanha o cenário indie há tanto tempo quanto eu sabe o peso que o nome “Silksong” carrega. Depois de uma das esperas mais longas e ansiosas da história recente dos games, Hollow Knight: Silksong não apenas chegou — ele dominou o mercado. E os números mais recentes confirmam: estamos diante de um dos maiores fenômenos independentes de todos os tempos.

Joguei o Hollow Knight original por dezenas de horas, e poucas sequências me deixaram tão ansioso. Neste artigo, analiso o tamanho desse sucesso, as novidades de jogabilidade e o que vem por aí com a expansão de 2026.

Vale destacar: este não é um texto patrocinado. É a análise de quem realmente mergulhou no universo de Hollow Knight e esperou por esta sequência como poucos lançamentos na última década. Vamos aos fatos, aos números e à experiência de jogo.

7 milhões de cópias: o tamanho do fenômeno

A Team Cherry, o pequeno estúdio australiano por trás da franquia, confirmou que Silksong ultrapassou a marca de 7 milhões de cópias vendidas em pouco mais de três meses. Para uma equipe tão enxuta, é um feito que coloca o estúdio ao lado dos maiores nomes do mercado independente — e até de grandes produções AAA.

Nos primeiros minutos após o lançamento, o jogo já registrava mais de 500 mil jogadores simultâneos no Steam, número que rivaliza com superproduções. O trailer de lançamento abaixo dá o tom da ambição visual e artística do projeto:

Hornet assume o protagonismo

Diferente do primeiro jogo, Silksong coloca Hornet no centro da aventura. A mudança de protagonista trouxe um estilo de movimentação mais ágil e agressivo, com novas mecânicas de combate baseadas em sua agulha e fios de seda. O reino de Pharloom, totalmente novo, expande o universo de forma impressionante.

  • Combate mais veloz: Hornet é mais rápida e acrobática que o Cavaleiro original.
  • Novo reino: Pharloom traz biomas, inimigos e chefes inéditos.
  • Sistema de ferramentas: substitui os amuletos do primeiro jogo por opções mais flexíveis.
  • Trilha sonora: Christopher Larkin volta a entregar composições memoráveis.

A espera de seis anos: como tudo aconteceu

Para entender o tamanho do hype, é preciso voltar a 2019, quando Silksong foi anunciado. O que começou como um DLC do Hollow Knight original cresceu tanto que virou um jogo completo e independente. De lá para cá, foram anos de silêncio quase total da Team Cherry, intercalados por aparições pontuais em eventos como a E3 e os showcases da Nintendo e do Xbox.

Esse longo período transformou Silksong em um verdadeiro mito dentro da comunidade gamer. Cada rumor virava manchete, cada frame de gameplay era dissecado. Quando a data finalmente foi confirmada, a reação foi de euforia coletiva — e a entrega final mostrou que o estúdio usou bem todo esse tempo.

Silksong x Hollow Knight: o que mudou

Comparar a sequência com o original ajuda a entender sua evolução. Enquanto o primeiro jogo apostava em um protagonista silencioso e numa progressão mais contemplativa, Silksong é mais rápido, verticalizado e agressivo.

  • Ritmo: Hollow Knight era metódico; Silksong é frenético.
  • Mundo: Hallownest (decadente e sombrio) deu lugar a Pharloom (vertical e dourado).
  • Progressão: ferramentas e missões substituem parte do sistema de amuletos.
  • Dificuldade: chefes ainda mais punitivos, exigindo precisão e leitura de padrões.

Para quem ama o gênero, é fascinante ver como a Team Cherry conseguiu manter a identidade da franquia ao mesmo tempo em que reinventa sua jogabilidade.

Sea of Sorrow: a expansão gratuita de 2026

A Team Cherry não parou no lançamento. Foi confirmada a expansão Sea of Sorrow, prevista para 2026 e — melhor ainda — totalmente gratuita. A DLC promete novas áreas, chefes inéditos e ferramentas adicionais, dando continuidade à jornada de Hornet. Também foi anunciada uma versão otimizada para o Nintendo Switch 2.

Essa política de conteúdo gratuito segue a tradição do primeiro Hollow Knight, que recebeu quatro DLCs sem custo — algo raro na indústria e que ajudou a construir a lealdade da comunidade. Para relembrar como tudo começou, vale rever o trailer de revelação original:

Vídeo: Hollow Knight: Silksong – Reveal Trailer (oficial) — via Team Cherry no YouTube

Por que Silksong vale a pena

Se você curte metroidvanias desafiadores, com arte desenhada à mão, trilha sonora marcante e exploração recompensadora, a resposta é um sonoro sim. Silksong respeita a herança do original enquanto evolui em praticamente todos os aspectos.

Na minha opinião, o maior mérito do jogo é não se acomodar: em vez de entregar “mais do mesmo”, a Team Cherry reinventou o ritmo e o tom da franquia. É o tipo de sequência que justifica a espera — e que provavelmente vai figurar nas listas de melhores jogos do ano.

Veredito: Silksong é leitura obrigatória para fãs de metroidvania e uma excelente porta de entrada para quem nunca jogou a franquia. Disponível em PC, consoles e Game Pass, é um daqueles raros casos em que a expectativa monstruosa foi não apenas atendida, mas superada.

Perguntas frequentes sobre Silksong

Quantas cópias Silksong vendeu? Mais de 7 milhões em pouco mais de três meses.

Quem é a protagonista? Hornet, personagem já conhecida do primeiro Hollow Knight.

A expansão Sea of Sorrow é paga? Não, será gratuita e está prevista para 2026.

Está disponível no Game Pass? Sim, o jogo chegou day one ao Xbox Game Pass.

📚 Fontes & Referências

Este artigo foi escrito com base em pesquisa cruzada nas seguintes fontes oficiais e veículos especializados:

Lord Geek

Sobre o autor: Lord Geek

Editor-chefe do UniversoGeek e gamer desde 1995. Especialista em cultura nerd com mais de 25 anos de experiência consumindo e analisando games, animes, filmes e séries. Já jogou e finalizou mais de 500 títulos em PC, PlayStation, Xbox e Nintendo. Curador de conteúdo focado em análises críticas, comparativos técnicos e recomendações honestas para a comunidade geek brasileira. Acompanha o mercado de tecnologia e entretenimento desde os anos 2000 e mantém o UniversoGeek com a missão de entregar conteúdo verificado, sem hype e sem opinião disfarçada de fato.

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